Versão Beta
Close

Lute como uma garota: As heroínas de Hearthstone

Conheça os grandes feitos das heroínas de Hearthstone no dia internacional da mulher

Contrastando com o cenário que as mulheres estão inseridas na vida real, as personagens em Hearthstone possuem uma trajetória cheia de surpresas e revitavoltas heroicas. Quem são essas personagens? Qual a marca que deixaram no universo de Warcraft?
Apesar de seus feitos não possuírem fácil acesso na taverna de Hearthstone, dá pra ver nos detalhes como falas especiais, cards específicos e outros tantos detalhes que retratam a história dessas grandes heroínas.

Tyrande Murmuréolo

Tyrande Murmuréolo é a Alta Sacerdotisa escolhida da Deusa Eluna, antiga general das Sentinelas - principal braço militar dos Elfos Noturnos - e atual chefe da Irmandade de Eluna. Junto com seu companheiro Malfurion Tempesfúria ela tem liderado a raça dos Elfos Noturnos desde a queda da Rainha Azshara e da casta dos Elfos Superiores, há dez mil anos atrás.

Nos anos que antecederam a primeira invasão da Legião Ardente, Tyrande era o alvo do afeto dos irmãos Tempesfúria: Malfurion e Illidan. No fim das contas, ela escolheu o Druida em vez do Mago. Depois de participar de forma decisiva da Guerra dos Anciões, ela foi promovida a General dos Sentinelas e protegeria Kalimdor por mais de 10 mil anos, enquanto seu amante e os outros Druidas dormiam no Sonho Esmeralda.

Tyrande Murmuréolo - World of Warcraft
Tyrande Murmuréolo - World of Warcraft

Tyrande e Malfurion lideraram os Elfos Noturnos durante a terceira guerra, derrotando a Legião Ardente como fizeram muitos anos antes na Batalha do Monte Hyjal. Em seguida, ela abriu mão do cargo de General em favor de sua filha adotiva Shandris Plumaluna, para se devotar inteiramente a liderar seu povo. Depois que Malfurion foi aprisionado no Sonho Esmeralda ela se aventurou pelo Sonho para resgatá-lo. Durante os eventos que precederam o Cataclismo, ela e Malfurion se casaram e agora comandam seu povo juntos.

Juntos, Tyrande e Malfurion ajudaram os Worgen de Gilneas em seu retorno à Aliança e retomaram o controle de Vale Gris para os Elfos Noturnos, como resultado dos confrontos da guerra Aliança-Horda.


Sylvana Correventos

No passado, Sylvana já foi a general-patrulheira de Luaprata, uma comandante encarregada de defender o reino dos elfos de Quel’thalas. Sua habilidade de liderança foi posta à prova quando o Lich Rei e seu Flagelo de mortos-vivos atacaram a nação. Apesar de lutar bravamente, Sylvanas foi abatida pelos invasores profanos. Arthas Menethil, o cavaleiro da morte do Flagelo, arrancou a alma da general-patrulheira e a transformou em uma banshee, um fantasma vingativo forçado a servir o Lich Rei.

Sylvana Correventos - World of Warcraft
Sylvana Correventos 

Uma ano mais tarde, Sylvanas recuperou sua liberdade. Ela foi acompanhada por muitos mortos-vivos que se libertaram do controle do Lich Rei. Sylvana batizou esse grupo de Renegados e se proclamou rainha banshee. Para garantir um futuro para seus seguidores, Sylvana se juntou à Horda.

Ela e seus renegados acabaram por marchar ao lado dos novos aliados na invasão de Nortúndria e ajudaram a derrotar o Lich Rei, saciando sua sede de vingança.


Sylvana continuou a proteger os Renegados de todo e qualquer perigo, em Azeroth e pelo universo a fora. Após herdar o manto de chefe guerreiro de Vol’jin, que estava a beira da morte, ela conseguiu reunir a Horda a fim de derrotar a Legião nas Ilhas Partidas e em Argus.

A descoberta de um minério misterioso chamado azerita em Silithus levou Sylvana a trilhar mais uma vez a estrada da guerra. Determinada a impedir que a Aliança tomasse controle dessa substância poderosa, a chefe guerreira atacou primeiro, liderando a investida da Horda contra Darnassus e desferindo um golpe brutal nos rivais para não deixar dúvidas quanto ao que estava em jogo.


Jaina Proudmore

Jaina Proudmore é a fundadora e antiga Senhora da Ilha de Theramore, um dos maiores portos controlados pela Aliança na região sudeste de Kalimdor.

Após a destruição de Theramore, ela assumiu a liderança dos Kirin Tor. Ela é filha do Lorde Almirante Daelin Proudmore e irmã de Tandred Proudmore. Ela também é uma das feiticeiras humanas mais poderosas de toda Azeroth. Jaina era uma das mais talentosas feiticeiras dos Kirin Tor.

Cenário mostrando o ataque a Theramore

No início da Terceira Guerra, Antonidas enviou Jaina para desvendar o que acontecia nas terras nortenhas de Lordareon. Ela foi acompanhada por seu amigo de infância e antiga paixão, Príncipe Arthas Menethil, para descobrir se a praga tinha origens místicas e presenciou em primeira mão a queda de Lordareon.

A Batalha por Undercity contou com a ajuda de Valira Sanguinar

Guiada por um profeta misterioso ela arregimentou os sobreviventes e fugiu pelo mar para as distantes terras de Kalimdor. Jaina então jurou derrotar a Legião Ardente e seus agentes nefastos de qualquer maneira que pudesse. Junto com os sobreviventes de Lordareon, Jaina liderou suas forças de expedição para derrotar Archimonde e banir a Legião na Batalha do Monte Hyjal. Ela então, com o que sobrou dos humanos em Kalimdor, fundou a cidade portuária de Theramore, na esperança de um dia reunir os reinos humanos mais uma vez.

Jaina Proudmore - WoWHead
Jaina Proudmore - WoWHead

Garrosh roubou a íris focalizadora (fato que pode ser acompanhado no livro marés da guerra) e arma uma emboscada em Theramore, onde Jaina conseguiu reunir os melhores combatentes com a ajuda do conselho dos 6 de Kirin Tor para defender a sua cidade e assim Jaina viu sua cidade e seus amigos e combatentes caírem diante da crueldade de Garrosh. Jaina foi salva por Rhonin que se sacrificou para que ela sobrevivesse. A destruição de Theramore afetou profundamente Jaina e a enxeu de ódio pela Horda e remorso. Jaina se tornou Arquimaga dos Kirin Tor e governante de Dalaran, até declarar guerra à Horda e atacar Varok Saurfang durante o ataque a Orgrimmar.



Alexstrasza

Alextrasza - WoWHead
Alextrasza - WoWHead

Alextrasza, a Mãe da Vida, aspecto da revoada dos dragões vermelhos é a guardiã de toda a vida em Azeroth. Ela é um dos cinco grandes dragões escolhidos pelos titãs para receber uma parcela do poder do panteão e comandar sua revoada, protegendo Azeroth e todos seus habitantes. Os titãs também a escolheram como a Rainha dos Dragões.

Quando da ascensão de Asa da Morte, Alexstrasza se empenhou em defender Azeroth do Aspecto da Morte, ordenando que todas sua revoada combatesse os dragões negros. Alextrasza, junto com os outros aspectos, deram tudo de si para deter Asa da Morte de uma vez por todas, mas perdeu boa parte de seus poderes no processo.


Hoje ela transferiu seu legado para os mortais do mundo. Sua forma humanoide é de um Elfo Superior.


Alleria Correventos

Alleria é a mais velha das irmãs Correventos, tendo servido Quel'Thalas e a Aliança com distinção. Além das irmãs Vereesa e Sylvanas, ela também teve um irmão mais novo chamado Lirath.

Alleria Correventos ficou inicialmente conhecida pelo grande número de trolls que abateu defendendo sua terra natal Quel'Thalas, durante a Guerra dos Trolls. Durante a Segunda Guerra, a Horda queimou as fronteiras de Quel'Thalas. Os orcs enfurecidos mataram os pais de Alleria, mas ela e suas duas irmãs, Sylvanas e Vereesa sobreviveram.

Movida pelo pesar e ódio, Alleria jurou vingança. Em sua peregrinação ela liderou um grupo de patrulheiros na caçada a orcs renegados que ficaram presos em Azeroth após o fim da Segunda Guerra e fez parte da expedição, que teve sucesso em destruir o Portal Negro de Draenor. As forças da Horda em Azeroth ficaram sem reforços e foram esmagadas pela Aliança, que mais uma vez destruiu o Portal Negro de Azeroth.

Alleria e seus companheiros foram presumidos mortos no cumprimento do dever e uma estátua sua foi erguida no Vale dos Heróis, na cidade de Ventobravo.

Alleria Correventos
Alleria Correventos

Alleria finalmente ressurge muito tempo depois e reencontra Turalyon e seu filho Arator, a bordo da nave Draenei Vindicaar. Eles seguem para a sede do Triunvirato para confrontar L'ura e sob a orientação do Andarilho Imaterial, Alleria usa o poder das fendas caóticas que o naaru caído estava abrindo. Tal esforço culminou com ela absorvendo a essência de L'ura e entrando numa forma de Caos.

Depois que Sargeras é aprisionado novamente pelo Panteão, Alleria decide voltar a Azeroth com sua família e após um incidente envolvendo energias do Caos na Fonte do Sol, Alleria foi expulsa e banida da terra dos elfos, mas descobriu que como ela, outros haviam sido banidos pelo contato com as energias caóticas. Seguindo informações deixadas por Magíster Umbric, um estudioso interessado nas energias do Caos, ela conseguiu abrir um portal para o que ela chamou de Fenda de Telogrus.

Após encontrar Umbric e seu povo, eles foram atacados pelo Príncipe do Éter Durzaan, um etéreo corrompido pelo Caos, que desejava corromper os elfos sangrentos, extraindo deles sua imortalidade. Alleria batalhou ferozmente o etéreo, encorajando seu povo a lutar contra os lacaios do Príncipe. Após sua vitória Alleria se ofereceu para ajudar seu povo - agora Elfos do Caos - a controlar suas forças, e eles, em troca, se juntariam à Aliança.

A Fenda de Telogrus passou a ser a base de operação dos elfos do caos sob a orientação do Andarilho Imaterial.


Maiev Cantonegro

Antes da Guerra dos Antigos, Maiev Cantonegro era uma sacerdotisa ilustre entre os elfos noturnos, uma conquista incrível para alguém sem sangue nobre. A brutalidade e o caos da invasão da Legião Ardente a afetaram profundamente, e ela passou a acreditar que ações rápidas e decisivas seriam a única resposta às ameaças iminentes. Quando a vida de Illidan, o Traidor foi poupada em troca de aprisionamento eterno, ela ficou furiosa, mas se ofereceu para servir como carcereira até o fim dos dias. Ela recrutou outras sacerdotisas para ajudá-la e assim os Vigias foram criados, uma ordem que jurou proteger a sociedade noctiélfica contra o mal.

Maiev Cantonegro
Maiev Cantonegro

Depois que Illidan escapou da prisão, a guardiã Cantonegro passou a caçá-lo. Muitos Vigias morreram pelo caminho, mas sua vontade nunca fraquejou. A crença na ordem e na justiça a fez resistir a dificuldades impensáveis, inclusive à captura de Illidan, quando acabou testemunhando a morte do Traidor.

O senso de dever inabalável de Maiev é inquestionável. Para ela, toda ação para combater o mal é justificável. Isso a levou a conflitos com os níveis mais altos da sociedade dos elfos noturnos. Apesar da tensão, ela permanece dedicada a proteger o mundo e seu povo. Sendo assim, ela passou a maior parte do tempo protegendo a Câmara das Guardiãs, uma prisão ancestral que guardava o corpo de Illidan e alguns de seus temidos servos caçadores de demônios.

Quando a Legião deu início à maior invasão já feita em Azeroth, eles atacaram a Câmara das Guardiãs à procura do corpo de Illidan. Maiev então não teve outra alternativa a não ser libertar os Caçadores de Demônios para ajudar a repelir a invasão. Mesmo assim, Gul'dan e Cordala Vilcanto conseguiram o que queriam: resgataram o corpo de Illidan e fugiram por um portal. Sem pensar duas vezes, ela pulou no portal para segui-los, acabando aprisionada no Castelo Corvo Negro, até ser resgatada por seu irmão Jarod.

Maiev reencontra Illidan novamente, durante a segunda Batalha pela Costa Partida, e eles acabam trabalhando juntos na investida à Catedral da Noite Eterna.

Em Batalha por Azeroth, Maiev é indicada por Tyrande para comandar os esforços dos elfos noturnos na Batalha pela Costa Negra.


Lady Liadrin

Lady Liadrin é a matriarca dos Cavaleiros Sangrentos, ordem de Paladinos da raça elfo sangrento, situada em Luaprata.

Lady Liadrin
Lady Liadrin

Outrora uma alta sacerdotisa, Liadrin teve sua fé abalada após a invasão do Flagelo na região de Quel'Thalas, e passou anos aprimorando suas capacidades marciais contra os mortos-vivos que ocuparam as Terras Fantasmas. Quando M'uru foi despachado para Luaprata pelo Príncipe Kael'thas Andassol, Liadrin foi chamada pelo Grão-Magíster Rommath para fazer parte de uma experiência radical que os magos tinham bolado: o fortalecimento de guerreiros imbuídos de luz pelo sifonamento das energias sagradas do Naaru capturado. Desdenhosa com a falha da Luz em proteger sua terra natal em sua hora de maior necessidade, Liadrin se voluntariou para o experimento e se tornou a primeira dos Cavaleiros Sangrentos, ordem que comanda até hoje.

Após a traição de Kael'thas, Liadrin procurou redenção para seu povo e, com a revitalização da Nascente do Sol, ela reacendeu um relacionamento mais harmonioso com a Luz.

Liadrin, apesar de ser considerada fervorosa demais, arrogante e mal-humorada por alguns, sempre conduziu sua ordem com força e convicção. Depois de lutar para livrar Quel'thalas do Flagelo, ela agora busca a destruição total de seu progenitor: a Legião Ardente. Pra ela, é tudo que importa.


Valira Sanguinar

Órfã muito cedo, a elfa sangrenta Valira Sanguinar passou sua juventude roubando para sobreviver. Depois de ser presa por um roubo que deu errado, ela foi vendida para Rehgar Terrafúria, um treinador de gladiadores ferozes, que viu potencial nela. Rhegar formou um grupo entre Valira, o elfo noturno Broll Mantursino e um misterioso humano que não conseguia lembrar quem era, nem como fora parar em território órquico.

Valira enfrentando trolls inimigos
Valira enfrentando trolls inimigos

Depois de chegarem a Orgrimmar os três se uniram para lutar; caso contrário, não sobreviveriam aos combates gladiatórios que seriam disputados na antiga arena de Gládio Cruel. Durante sua primeira batalha, os gladiadores logo ficaram amigos. Com a velocidade de Valira, as habilidades metamorfas de Broll e o talento do humano com armas, eles derrotaram todos os outros gladiadores. O humano chegou a receber um novo nome: Lobo Fantasma, ou Lo’Gosh no idioma tauren.

Eventualmente os três conseguiram escapar de sua vida escrava. Com a ajuda de Jaina Proudmore e sua conselheira Aegwynn, eles conseguiram dissipar a magia negra que havia obscurecido o passado misterioso do humano, que então foi capaz de recordar que era na verdade Varian Wrynn, o rei perdido de Ventobravo! Juntos, foram para Ventobravo, para reivindicar o lugar de Varian ao trono.

Ao chegarem à cidade, descobriram que um sósia de Varian estava se passando por rei, e que ele era controlado e manipulado por uma de suas conselheiras: Lady Katrana Prestor, que na verdade era o dragão negro Onyxia, em forma humana. Ao notar que a magia que bloqueava a memória de Varian havia sido removida, Onyxia revelou a sua forma verdadeira e tentou destruir os heróis. Depois de uma batalha difícil, Valira, Varian e Broll, junto com outros heróis, derrotaram Onyxia e libertaram o filho de Varian, Anduin das garras da dragonesa.

Com o verdadeiro rei de volta ao trono, Varian ofereceu à Valira e ao Broll um lugar de honra servindo de conselheiros e guarda-costas para ele. Valira aceitou, mas depois deixou claras suas intenções: não serviria nem à Horda nem à Aliança, e deveria lealdade apenas a Varian e Anduin. Em Ventobravo ela finalmente encontrou um lugar pra chamar de lar, ao lado dos amigos que aprendeu a amar.


Ysera

Ysera é o antigo aspecto da Revoada Dragônica Verde, encarregado de vigiar a flora selvagem de Azeroth, de dentro do Sonho Esmeralda. Presa nesse reino etéreo, ela entra em um transe sem fim e fica conhecida como a Sonhadora. Ela combate o pesadelo Esmeralda e sua prole corrupta.

Ysera
Ysera

Ysera acordou de seu transe no Sonho Esmeralda durante os eventos do Cataclismo, mas ainda não era capaz de diferenciar sonho e realidade: apesar de ainda estar sã, ela não estava totalmente coerente. Ela ajudou os Guardiões de Hyjal a repelir o ataque das forças de Ragnaros e, junto com os outros Aspectos, eventualmente cedeu os poderes que recebeu dos titãs para derrotar seu irmão enlouquecido, Asa da Morte.

Ysera continuou a guiar todos aqueles que reverenciam a natureza, agindo como mentora dos druidas de Azeroth, até ser corrompida pelo sátiro Xavius e o pesadelo esmeralda e finalmente ser morta, com muito pesar, por Tyrande Murmuréolo e o Círculo Cenariano.


Todas mulheres, fortes e resistentes. Inspiram milhões de jogadadores há mais de uma década e emocionam pela sua coragem. O que essas personagens nos ensinam nos dias atuais? Que não importa a dificuldade, a nossa força é capaz de nos fazer alcançarmos o "dito" inalcançável e juntas somos uma só, uma só força!

Feliz dia internacional das mulheres para todas as gamers maravilhosas! 

Não deixe de nos seguir em nossas redes sociais:  FacebookTwitter e Instagram .

Vivo o universo de Warcraft há 10 anos, e há 3 crio conteúdo de Hearthstone no Fansite Cristal de Mana, além de ser aspirante a pro player e streamer. Email: day@cardnamanga.com.br . Twitter: @_daycris_